23/04/2008

Pensei que ia ser absurdamente complicado arranjar “O” vestido, “Aquele” vestido.Bolas, eu sou a típica rapariga que entra nas lojas todas, para se decidir por umas calças de ganga e acaba por comprar as primeiras ( as que críticou e que disse , não serem bem aquilo que queria) Cada vez que penso que me vou casar, com tudo o que a palavra casar implica ( que não passa só por uma festa gira e um vestido deslumbrante), sinto-me anestesiada. Como se um formigueiro pavoroso toma-se-me os membros, dissemina-se-me no corpo e entranha-se-me na alma. encontrar “O” vestido de noiva, foi como montar o Sr. Batata da Playskool, i.e. um insulto à minha inteligência. Eu que julgava que ia estar indecisa entre 15; fazer casting para escolher 7; levar as mães, as amigas, primas e tias, para me decidir por 3 e que só depois de ter roído as unhas todas, é que me decidia “p’lO” vestido. Naaaa... Foi amor à 1º vista. Uma paixão assolapada que me fez vibrar de emoção da cabeça à ponta dos pés; que me deixou os olhinhos a brilhar e a dar saltinhos de satisfação. Que arrancou uns “ahhhhhhhsss” e “uuuhhhhhsss” a quem estava presente e com o qual me imaginei a subir o altar, pé ante pé, ao som dos violinos. É lindo, é perfeito.. e é meu. Não o podia imaginar de outra maneira.

Sem comentários: