17/09/2008
Triumph, uma vez mais
Confesso que vibro com as campanhas da Triumph e aguardo, em ânsia, pela próxima. É que são sempre tão reais e o sentimento de identificação é sempre tão grande, que uma pessoa revê-se. "Olha, sou eu! Ah, não, é a Cláudia Viera semi-nua. É que parecia mesmo que era eu". Com as campanhas da Triumph a primeira coisa que apetece a uma mulher é arrancar a roupa e ostentar a sua lingerie com orgulho. Melhor, é correr para casa e dedicar-se às tarefas domésticas, sempre em lingerie, obviamente, e quanto mais sluty melhor, para dar outro vigor à coisa. É que não há nada como lavar o chão, passar a ferro, sacudir tapetes ou arear pratas com um cinto de ligas. Pelo menos para os maridos, que muito devem apreciar o panorama (dependedo, claro está, dos corpinhos que envergam tais trajes).
Ora bem, a nova campanha da Triumph vem no seguimento das outras: Cláudia Vieira, em todo o seu esplendor, exultante de alegria, "ai, tão bom que é ser mulher", e pronta a fazer aumentar a taxa de acidentes rodoviários.
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